Na última sexta-feira (03), a União Europeia, por meio do jornal oficial do bloco (JOUE) divulgou a redução a zero do imposto de importação na entrada de milho e outros produtos como centeio e de sorgo (também conhecido como milho-zaburro). Anteriormente o valor era de € 4,65 euros por tonelada.
A redução é o resultado de uma queda constante que ocorria na tarifa de importação, que foi negociada a € 10,40, depois € 5,27 e então chegando ao valor anterior ao da isenção, de €4,65 euros.
Segundo a Agência de notícias Reutes, todo o mercado global de milho foi pressionado com a epidemia do coronavírus, o que impactou até na demanda por combustíveis, como o etanol, que é produzido a partir do milho.
O Brasil, como segundo maior exportador de milho do mundo, pode beneficiar-se dessa isenção, visto que altos volumes do material são enviados a países europeus. Também é vantajoso para exportadores brasileiros a data em que essa medida foi adotada, visto que historicamente, o segundo semestre é o período que ocorre uma alta nas exportações do cereal para a UE.



